Coletivismo X Individualismo (13/03/2024)
Fala galera! Hoje falarei mais sobre o que rolou na minha segunda semana de aula de Sociologia, onde começamos a adentrar de fato alguns conteúdos da disciplina.
Nesse dia, o professor nos trouxe uma reportagem de um caso de antissemitismo ocorrido numa escola de alto padrão em São Paulo. Essa situação repercutiu muito nas redes sociais pela revolta da sociedade contra um ato tão infame e tão vil, que ainda somos obrigados a tolerar. E infelizmente exemplos de casos dessa natureza não são escassos, têm sido cada vez mais recorrentes no país e no mundo, e as possíveis punições não amedrontam esses criminosos. No caso específico, a “correção” dada foi uma suspensão de dois dias. Uma pequena folga para refletirem melhor sobre seus atos a fim de que, quando voltassem a praticá-los, sejam mais sutis. Essa é a impressão que se passa ao tratar um caso de tamanha gravidade, como sendo uma briguinha entre colegas. Lamentável!
Logo depois dessa discussão, iniciamos alguns temas pertinentes ao componente curricular, como as dimensões culturais e os países individualistas e coletivistas. Embora já tenha escutado esses termos, nunca parei para pensar quais países apresentavam essas características. O primeiro país individualista que me veio à mente naquele momento foram os Estados Unidos, devido à capacidade deste país de focar tão somente neles mesmos e se colocar como centro do mundo. Ao longo da aula, fomos descobrindo outros países, como Austrália e Inglaterra. Tais nações têm em comum o foco em si, decisões tomadas de forma independente. Infelizmente, vivemos numa sociedade que possui como lema o "cada um por si" e isso se reflete na maneira como nos relacionamos com os outros. Estamos cada vez mais egoístas e preocupados com nosso próprio umbigo, o nosso ritmo de vida está cada vez mais acelerado que mal paramos para observar as necessidades do outro e se podemos colaborar com quem está ao nosso lado de alguma forma. Numa sociedade com esse modo de ser, todos saem perdendo porque todo mundo, em algum momento, precisará do auxílio de alguém.
Já os países coletivistas possuem uma cultura de fortes laços grupais que incluem toda a extensão familiar. São exemplos de países com essas características a Guatemala, Paquistão e Indonésia. Esse modelo cultural preza pelo foco no grupo, manutenção da harmonia e importância dos relacionamentos, colocando a comunicação em primeiro lugar. É importante viver numa sociedade que valoriza o bem comum e os interesses do grupo. Entretanto, é necessário manter a autonomia dos indivíduos, lembrando que cada ser humano é único e nem sempre o que é bom para alguns é bom para todos. Pois cada um possui suas próprias necessidades que devem ser consideradas.


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